Aliméticos: o que são e para que servem?

Aliméticos: o que são e para que servem?

Por Em Nutrição & Saúde Em 23 de janeiro de 2015


 

gumdropHoje em dia, a tendência do consumidor é buscar por alimentos de fácil preparo ou prontos para o consumo. A expectativa é que esses produtos, além de fornecerem os nutrientes essenciais, forneçam benefícios à saúde e ao bem-estar.

Assim surgiram os “aliméticos”, que são alimentos com função cosmética. Em geral, o consumo desse tipo de alimento está relacionado a vários benefícios como melhora na aparência da pele, emagrecimento, bom funcionamento do intestino, aumento da resistência física, prevenção do envelhecimento, entre outros.

A indústria vem desenvolvendo diversos alimentos e ingredientes com estas propriedades. A maioria apresenta em sua composição: colágeno, vitaminas, minerais e podem apresentar alegações como: “0% de açúcar e gordura”; “rico em fibras”; “baixa caloria”.

Esses produtos têm como grande diferencial o sabor agradável, pois muitas vezes são apresentados em formulações bastante aceitas pelos consumidores como: balas mastigáveis, chocolates, shakes e bebidas. Ou seja, doses de nutrientes de maneira prática e saborosa.

Produtos fortificados

Alguns “aliméticos”, como balas mastigáveis ou gomas de gelatina, são muito populares na Europa e nos Estados Unidos e estão disponíveis em vários formatos, cores e sabores. No Brasil, elas geralmente são fabricadas com amido e produtos à base de gelatina.

Podemos observar abaixo alguns exemplos de fortificação/enriquecimento de balas, demonstrando sua viabilidade e utilidade:

* Gonçalves e Rohr (2009) desenvolveram uma bala com adição de inulina (carboidrato associado à manutenção da flora intestinal), que apresentou excelente aceitabilidade sensorial;

* Garcia e Penteado (2005) fortificaram balas com vitamina A, C e E, conhecidas por suas propriedades antioxidantes;

* Fontoura et al. (2013) elaboraram balas de goma enriquecidas com vitamina C, ferro e cálcio;

Além disso, um estudo realizado por Sari et al. (2001) avaliou o efeito de balas fortificadas com ferro em crianças com anemia, e observaram que a prevalência desta condição decresceu 50,9% para 8,8% no grupo intervenção.

No entanto, é muito importante ter atenção, pois a eficácia da fortificação dependerá da biodisponibilidade do nutriente utilizado. Alguns exigem uma mistura especializada para obter máxima absorção. Em outros casos, determinado nutriente pode causar efeitos tóxicos, de acordo com a forma e a quantidade consumidas.

Minerais aminoácidos quelatos Albion

Os minerais aminoácidos quelatos da Albion® possuem características únicas devido ao processo de ligação entre o mineral e o aminoácido. Após o consumo, o mineral continua ligado aos aminoácidos em sua passagem pelo trato gastrointestinal. Isso impede que o mesmo sofra interferências de outros compostos como taninos, oxalatos e fitatos, substâncias presentes nos alimentos que se complexam com os minerais, reduzindo sua absorção. Além disso, estes minerais são neutros eletroquimicamente e não interagem com medicamentos, não formam complexos insolúveis com outros minerais, nem competem com os mesmos pelo sítio de absorção. Outra vantagem é a diminuição ou até mesmo ausência de efeitos colaterais no trato gastrointestinal.

Portanto, a fortificação de aliméticos é adequada com os minerais quelatos Albion, pois são eficazes e seguros. Estes alimentos são muito bem-vindos para a nossa saúde, bem-estar e, claro, beleza!

Referências

FONTOURA, L.M. et al. Formulação de balas enriquecidas com ferro, cálcio, beta-caroteno, licopeno e vitamina C. Acta Tecnológica, v. 8, n. 2, p. 36-43, 2013.

GARCIA, Telma; PENTEADO, Marilene de Vuono Camargo. Qualidade de balas de gelatina fortificadas com vitaminas A, C e E. Ciênc. Tecnol. Aliment, v. 25, n. 4, p. 743-749, 2005.

GONCALVES, Alex Augusto; ROHR, Marcia. Desenvolvimento de balas mastigáveis adicionadas de inulina. Alimentos e Nutrição Araraquara, v. 20, n. 3, p. 471-478, 2010.

SARI, Mayang et al. Effect of iron-fortified candies on the iron status of children aged 4–6 y in East Jakarta, Indonesia. The American journal of clinical nutrition, v. 73, n. 6, p. 1034-1039, 2001.

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Sobre o Autor

Kilyos Minerals & Nutrition

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